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Wladis, Quarteirização
Wladis, Quarteirização

Wladis é soberano, líder transfere as responsabilidades para seus colaboradores; Quarteirização é transferência gerenciada das atividades acessórias diferentes da atividade-fim, proporcionando a concentração de energia para o produto, com ganhos de especialidade.

Quarteirização são qualidade e competitividade, podendo ainda a quarteirização ser a convergência de contemporizar, para terceiros, velocidades que não fazem parte do negocio fundamental do empreendimento.

Ou uma tendência moderna que consiste na concentração de esforços nas atividades essenciais, delegando a terceiros as complementares de uma organização. É um processo de administração pelo qual se repassam algumas atividades para terceiros, com os quais estabelece uma relação de parceria ficando a empresa concentrada apenas em tarefas essencialmente ligadas ao negocio em que atua.

Motiva o surgimento de novas empresas e melhorias nas existentes, portanto, incentiva o surgimento de empreendedores, proporciona o crescimento do mercado global, gera novos empregos, incrementa a especialização das empresas, aprimorando a qualidade da parceria.

As mudanças situacionais geram nova postura empresarial, uma visão moderna na administração das empresas, quando os custos não se repassam aos preços eles são administrados, a preocupação é com a eficiência, melhores produtos, melhor qualidade e mantém clientes fidelizado, ganham-se novos consumidores.

Resultados da quarteirização, normalmente, apresentam melhoria da produtividade, desenvolvimento dos processos produtivos,pesquisa de novas tecnologias, aprimoramento do produto final, criação de novos produtos, incremento da qualidade e o aumento da competitividade.

Podendo ser citados ainda: Alívio da estrutura organizacional, agilidade decisória, surgindo ganhos nos recursos materiais, instrumentos, equipamentos, setor humano, econômicos e financeiros, que são recolocados para melhoria do produto.

Instrumentos para aplicação da técnica da quarteirização: Prestação de Serviços: Quando o parceiro atua nasÞ instalações do tomador.
Compra de Serviços: Quando o parceiro vende
Þ serviços especializados.
Desverticalização: Compra externa de serviços e
Þ produtos.
 Nomeação de representantes: Profissionais ou empresas
Þ especializadas.

Locação de mão-de-obra: Utilização do “TrabalhoÞ Temporário”.
 Concessão e marca: Comercialização em nome do
Þ contratante.
 Franquia; Parceiro utilizando-se da marca e característica do
Þ contratante = Cooperativas de trabalho.

O Que não é quarteirização: é quando o interesse é apenas de redução de custos; mão-de-obra; encargos legais/sociais; benefícios. Esta postura empresarial traz: baixa qualidade de vida; crescimento do desemprego; problemas sociais.

Algumas Desvantagens: Gera desemprego, é contornável a absorção da disponibilidade nos parceiros, eventual perda de funcionários treinados.

Desleixo contratual: abandono do parceiro à própria sorte; não avaliação dos resultados provoca a queda da qualidade.

Administração do projeto: problemas na integração com o parceiro provocam supervisão pelo tomador, presumindo a subordinação e os riscos trabalhistas, dificuldades na equalização da cultura empresarial dos parceiros.

Fatores restritivos para implantação da quarteirização: Desconhecimento sobre o assunto se reflete junto à alta administração e sobre áreas-chave da organização, dificultando a sua implementação. A resistência se sobrepõe ao novo, o conservadorismo inibe a aplicação de técnicas modernas, caracterizando aspectos da cultura de algumas empresas.

A dificuldade de se encontrar parceiros que possam atendes às condições de qualidade e produtividade, exigidas para determinadas operações, risco de coordenar as atividades de terceiros, com perda do poder de execução.

A falta de parâmetros de custos internos para comparar com os preços das contratadas.

 Custo de demissões iniciais, quando for o caso: A relação de conflito com os Sindicatos. Desconhecimento da legislação trabalhista.

Como definir a Atividade-Fim? É aquela para a qual as empresas são constituídas.
Normalmente são descritas no contato social. Todas as funções nas empresas que estejam ligadas à finalidade econômica diretamente não podem ser terceirizadas.

As outras, entendidas com atividades suporte: São classificadas como “meio”, podem ser passadas aos parceiros. Portanto, em terceirização todas as funções intrinsecamente relacionadas à atividade-fim: São administradas pelas empresas tomadoras. Exercem a supervisão direta desses cargos.

Outras Vantagens da Terceirização:

1- O desenvolvimento econômico que é refletido através da criação de novas empresas, com uma oferta de mão-de-obra de diferentes níveis de qualificação, e, por conseguinte, levando a um aumento do nível de emprego e de receita para o Estado.


2- A quarteirização provoca a especialização por natureza de serviço a ser prestado. A especialização leva, por extensão, a uma lapidação operacional, pois a empresas se tornam cada vez mais enquadradas nos critérios internos das atividades que garantem um aprimoramento na gestão e na obtenção de lucros.

3- A especialização por segmento acaba abrindo oportunidades variadas em cada campo de atuação das empresas. O mercado, aberto para isto, inspira-se na competitividade das empresas, exatamente para fazê-las melhor e cada vez mais, em relação ao seu concorrente. O aumento de competitividade levará, sem dúvida, a um melhor aproveitamento dos pontos positivos desta prática, estimulando a concorrência, que irá diferenciar as empresas pela qualidade.

4- A mais importante delas, a busca constante pela qualidade dos serviços, deve ser o grande ensinamento que a Terceirização estabelece como instrumento de gestão.

A qualidade total será a chave de sustentação do prestador de serviços, sua alavanca de Marketing, sua filosofia de ação, sua meta constante de aprimoramento. As organizações que assim a consideram então dando o verdadeiro “salto” para a excelência empresarial.

5- Para as empresas tomadoras dos serviços caberá a responsabilidade de estabelecer controles adequados de qualidade, através de critérios e sistemas de avaliação junto aos prestadores destes serviços, de modo que se tenha claro a responsabilidade da execução desta tarefa.

Controles adequados refletem na execução dos serviços, incentivam na valorização de certas operações, mas, ao mesmo tempo, garantem as conexões naturais na qualidade, reforçando os parâmetros definidos nos contratos de parceria.

Diz que quando a qualidade de controle e coordenação dos sistemas operacionais de qualidade estiver estabelecida estruturalmente e com um número expressivo de contratos, pode considerar-se este novo nível de controle como a de quarteirização. Neste caso, consideram-se ainda outras atividades de controle (custos, prazos, índices de reajustes, tecnologia instalada, desenvolvimento proposto para o corpo funcional e o numero de funcionários envolvidos) constantes nos contratos.

6- O aprimoramento do sistema de custeio é inevitável com a Terceirização há necessidade natural, para efeito de decisão, de se ter claro e perfeito o custo de cada atividade internamente desenvolvida.

Este dado de custeio será fundamental para se comparar com o custo dos serviços prestadores pelos terceiros.

7- Podendo constar como uma das cláusulas do contrato entre as partes, o maior esforço de treinamento e desenvolvimento profissional para os empregados das empresas prestadoras de serviços e, também, como um processo de transferência de tecnologia para os funcionários das empresas contratantes.

8- A diminuição do desperdício, com a otimização de recursos, é ponto constante proporcionado pela quarteirização. Também, o enfoque para a atividade principal remete a empresa à busca de maior lucratividade.

9- A valorização dos talentos humanos é, também, um ponto forte da quarteirização, pois os leva a um compromisso maior com a organização para a busca de resultados mais concretos e de metas tangíveis.

10- A agilidade das decisões se reforça na quarteirização, pois, com a revisão estrutura, aprimoram-se as relações interdepartamentais, os sistemas de comunicação se aperfeiçoam e os processos fluem com mais adequacidade.

11- A contratação de serviços de terceiros levara a empresa a obter vantagens com um menor custo da operação, em relação aos custos praticados quando os serviços eram internos.

12- Haverá maior lucratividade e crescimento para as empresas, com o reforço das suas atividades no negocio principal da empresa, que será estimulada a cumprir a sua missão:

Setores que mais adotam a quarteirização no país:

- preparação e distribuição de refeições... 62%
- limpeza e conservação de ambientes... 61%
- vigilância patrimonial... 51%
- transporte de produtos e funcionários... 53%
- frota de veículos... ... ... 48%
- manutenção geral... ... ...46%
- serviços de recepcionista... ... 36%
- engenharia em geral... ... ...32%
- telefonia... 30%
- comunicação social... ... ... 12%

A utilização de técnicas administrativas modernas, e em particular a quarteirização, fará com que as empresas alcancem os seus reais fatores, são:

Trabalho gerado com qualidade, gerado através do aumento da produtividade.
A gestão de resultados, baseada na
Ø busca da eficácia, com metas e objetivos conhecidos e compromissados pelo corpo funcional.

Participação e responsabilidade, com a abertura de canais efetivos de comunicação, oferecendo ao funcionário mais responsabilidade, com um compromisso mutuam de cumprimento das tarefas e normas, valorizando-o e motivando-o.

 A visão empresarial que deve se alargar dentro da empresa, não ficando a mercê somente do dono do negócio esta responsabilidade. Caberá a ele permitir que se potencializem, em funcionários com espírito empreendedor e criativos, fontes de abertura para que eles possam enxergar a empresa como um todo, buscando cada vez mais o seu desenvolvimento.

Estes fatores básicos de êxito, no entanto, não se aplicam sós para a iniciativa privada. Cabe aos governos, nos diferentes níveis, aos dirigentes das empresas estatais e de órgãos públicos da administração direta, também, um grande desafio: executar as mudanças, orientando-se para o cliente, modernizando o atendimento público, redimensionando a máquina administrativa, usando a tecnologia de forma adequada, buscando nisso tudo a sua excelência.

Quarteirização: É o gerenciamento da terceirização por empresa contratada para esse fim. Deve-se levar em consideração para a quarteirização o aspecto burocrático que envolve os diversos serviços terceirizados, bem como o aspecto técnico que envolve alguns processos. É uma mudança cultural significativa, pois além de entregar a execução de determinada tarefa à um terceiro, delega-se sua administração à um quarto.

Procedimentos e implicações legais são Idênticos aos da terceirização: Também é entendido como quarteirização a contratação de empresa especializada em administrar os serviços prestados por terceiros dentro da organização. Aplicável para aqueles casos em que o volume de atividades terceirizadas é muito grande.

Procedimentos e implicações legais são Idênticos aos da terceirização: Também é entendida como quarteirização a contratação de empresa especializada em administrar os serviços prestados por terceiros dentro da organização. Aplicável para aqueles casos em que o volume de atividades terceirizadas é muito grande.

A pratica da Terceirização não é novidade no mundo dos negócios. Há muitos anos, nas empresas do primeiro mundo e no Brasil, se pratica a contratação, via prestação de serviços, de empresas especializadas em atividades especificas, que não cabe ser desenvolvidas no ambiente interno da organização.

Hoje, no entanto, a Terceirização se investe de uma ação mais caracterizada como sendo uma técnica moderna de administração e que se baseia num processo de gestão, que leva a mudanças estruturais de empresa, a mudanças de cultura, procedimentos, sistemas de controle, com um objetivo único quando adotada: atingir melhores resultados, concentrando todos os esforços e energia da empresa para a sua atividade principal.

Para tanto, o sucesso de sua aplicação esta na visão estratégica que os dirigentes deverão ter quando de sua aplicação nas empresas, de modo que ela se consolide como metodologia e prática.

Como processo técnico de gestão administrativo-operacional corrente nos países industrialmente competitivos, a Terceirização organizou-se nos EUA, logo após a eclosão da II Guerra Mundial. As indústrias bélicas tinham como desafio concentrar-se no desenvolvimento da produção de armamentos a serem usados contra as forças do Eixo, e passaram a delegar algumas atividades de suporte a empresas portadoras de serviços mediante contratação.

Este conceito básico de horizontalização foi sendo aplicado, em tempos de mutação administrativa, que variou e migrou posteriormente para a vertificalização, com a empresa concentrando assim, sob sua coordenação, todas as atividades técnicas e administrativas referentes à sua operação.

No final da ultima década, o mercado sinalizou novas mudanças para as empresas. O que se retratava era uma questão máxima: cada vez mais o cliente se tornava o “centro das atrações” das empresas, que tentavam dirigir a ele todas as atenções.

Este “voltar-se ao cliente”, conhecer realmente o seu perfil, pegou em cheio as grandes organizações, acostumadas a dirigir o mercado, praticamente impondo o seu produto ou serviço.

Assim, as pequenas e medias empresas, mais ágeis e percebendo o momento de mutação, aproveitaram-se da situação e começaram a conquistar fatias significativas deste mesmo mercado.

Podem-se imaginar empresas, por exemplo, como a Pan Am e a IBM, nos seus respectivos segmentos, reagiram a este processo.

Hoje, já sabemos o que aconteceu com a primeira, e dos esforços que a segunda esta fazendo, a nível mundial, para sair da sua “crise”.

Foi, exato, a oportunidade para que as grandes organizações praticassem um exercício de reflexão, “olhando para dentro” e descobrindo saídas que a colocassem novamente no mercado, de forma competitiva.

Este primeiro esforço de mudança foi feito com a introdução do “downsing” que consiste na redução dos níveis hierárquicos, providencia necessária para se “enxugar” o organograma, reduzindo o numero de cargos e agilizando a tomada de decisões que não implica, necessariamente, em cortes de pessoal.
Este processo permitiu, numa primeira etapa, uma evolução parcial, na tentativa de empresas se tornarem mais ágeis, eliminando níveis intermediários, que acabavam restringindo a corrente decisória.

Perguntou-se, então, por que não reexaminar o papel da organização, transferindo para terceiros a incumbência pela execução das atividades secundarias, passando a empresa a concentrar todos os seus esforços na sua atividade principal, gerando com isso mais resultado?

O “outsourcing” expressão em inglês, que significa ”terceirização”, foi, então, desbravado e adotado de forma plena pelas empresas, referenciado sempre pela concepção estratégica de implementação.

No Brasil, a Terceirização se introduziu sobre outro prisma. A recessão como pano de fundo levou também as empresas a refletirem sobre sua atuação.

O mercado, cada vez mais restrito, acabou determinando a diminuição das oportunidades, possibilitando que novas abordagens fossem aplicadas para buscar a minimização das perdas.

Ao mesmo tempo, a quarteirização demonstrava o outro lado da moeda: o fomento para a abertura de novas empresas, com oportunidades de oferta de mão-de-obra, restringindo assim, de certo modo, o impacto social da recessão e do desemprego.

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