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INFORME ELETRÔNICO |
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| Conselho da União Europeia aprova o Acordo de Livre Comércio UE-Mercosul |
| Segundo a ApexBrasil, a entrada em vigor do Acordo levaria a aumento das exportações em mais de US$7 bilhões com as reduções e eliminações tarifárias previstas pelo tratado |
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Vinte e seis anos após o início das negociações, o Conselho da União Europeia aprovou, nesta sexta-feira (9), a assinatura do acordo de livre comércio com o Mercosul. A efetivação do Tratado conformará o maior bloco de livre comércio do mundo, composto por 31 países, mais de 720 milhões de habitantes e economias que, juntas, somam US$ 22 trilhões em produto interno bruto.
Pelas regras do bloco europeu, para ser aprovada no conselho, a proposta tinha de obter o aval de Estados-membros cujas populações representassem, em conjunto, 65% da população da União Europeia. Segundo a presidente da Comissão, Ursula von der Leyen, nesta sexta-feira, formou-se a ampla maioria favorável ao acordo. A assinatura está prevista para o próximo sábado, dia 17 de janeiro, em Assunção, no Paraguai, que exerce a presidência pró-tempore do Mercosul.
Para o presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), Jorge Viana, o resultado reflete um esforço político e institucional consistente, com protagonismo do governo brasileiro.
“Esse acordo segue no sentido contrário ao que o mundo está andando. A própria Organização Mundial do Comércio perdeu importância, e nós estamos falando aqui do maior acordo econômico do mundo”, afirmou Jorge Viana.
Já o chefe de Assuntos Estratégicos da ApexBrasil Europa, Aloysio Nunes, estima que as exportações brasileiras para o Velho Continente, nosso segundo maior parceiro comercial, devem aumentar em US$7 bilhões.
“A União Europeia é um mercado de alto poder aquisitivo, cujas regras têm uma influência muito grande sobre o conjunto do comércio mundial. E nós, a partir desse acordo, vamos ter um acesso muito maior ao mercado da União Europeia. Portanto, isso vai levar as empresas brasileiras a ganhos de produtividade, de previsibilidade e de redução de burocracia”, celebrou.
O acordo prevê reduções e eliminações tarifárias de importação de produtos e mercadorias de todos os setores econômicos. Mais de 90% das taxas dos dois blocos devem ser extintas em até 15 anos. Para máquinas e equipamentos de transporte, como motores e geradores para energia elétrica, autopeças e aviões, esses benefícios
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passarão a valer tão logo o Tratado entre em vigor. Para diversas commodities, como soja, minério de ferro, petróleo, açúcar, café e carnes – os principais produtos exportados pelo Brasil –, a redução se dará de forma gradativa até alcançar a liberalização total, sujeitando-se, apenas, a quotas de importação.
“Ainda que em relação à carne, por exemplo, a cota seja bastante reduzida, a União Europeia vai continuar importando carne brasileira, vai continuar importando daqui pagando uma tarifa maior. Nós não perderemos esse mercado”, garantiu Nunes.
Próximos passos
Há algumas etapas a serem cumpridas antes de que o Acordo comece de fato a valer. Após a assinatura, os textos deverão ser traduzidos para os idiomas de todos os países que formam os dois blocos e aprovados pelos legislativos da região.
Da mesma forma, no Mercosul, sua vigência ocorrerá à medida que os parlamentos do Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai ratifiquem o texto.
Para aprovação da parte estritamente comercial, é necessária apenas maioria simples do Parlamento Europeu. O pilar político, em contrapartida, que abrange temas como democracia, multilateralismo e cooperação institucional, precisará ser submetido aos legislativos dos 27 países da União Europeia.
No Mercosul, sua vigência ocorrerá à medida que os parlamentos de Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai ratifiquem o texto.
Ganhos para o Brasil
O Brasil tende a ser o país mais beneficiado com o acordo. Segundo estimativas do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o tratado pode provocar um crescimento acumulado de 0,46% no PIB do Brasil até 2040, com saldo equivalente a US$9,3 bilhões.
Setorialmente, o agronegócio brasileiro é o que deve ter os maiores ganhos. 77% das tarifas de importação dos produtos agropecuários enviados pelo Mercosul para o bloco europeu devem ser eliminadas. O crescimento da atividade é calculado em mais de US$11 bilhões.
Fonte: Brasil 61 |
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PLATAFORMAS ELETRÔNICAS |
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PREVISÃO DO TEMPO |
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INMET divulga previsão para semana de 19 a 26 de janeiro de 2026
Nesta semana os eventos marcantes para chuvas no Brasil consistem na passagem de sistemas transientes próximos das regiões Sul e Sudeste, cujo acoplamento a um canal de umidade contribui para a configuração de um novo episódio da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS), gerando ocorrência de tempestades e chuvas recorrentes entre o Norte, Centro-oeste e Sudeste, favorecendo a ocorrência de elevados acumulados de chuva no Mato Grosso (MT), Goiás (GO), Distrito Federal (DF), sul do Amazonas (AM), Rondônia (RO), Tocantins (TO), Minas Gerais (MG), sudoeste da Bahia (BA), Rio de Janeiro (RJ) e Espírito Santo (ES), potencialmente superando os 250 mm em 7 dias nestas regiões (Figura 1).
Na Região Norte, áreas de instabilidade com maiores volumes de chuva deverão se concentrar no sul do AM, RO, e sul de TO devido à atuação da ZCAS ao longo da semana. No Amapá (AP), o posicionamento da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) explica a previsão de acumulados superiores a 100 mm nos próximos 7 dias. Outra área de destaque é o baixo Amazonas e leste do Pará, próximo à divisa com TO e MA onde haverá recorrência de chuvas, com acumulados entorno ou acima de 200 mm em 7 dias. Já a umidade relativa do ar mínima, de maneira geral, seguirá com índices bem elevados na maior área da Região Norte (igual ou acima de 70%) à exceção do norte do RR e extremo sudoeste do PA que ficará com níveis menores, em torno dos 50% ao longo da semana (Figura 2).
Em praticamente todo leste e norte da Região Nordeste a previsão é de ausência de chuvas nesta semana, enquanto no sul do Maranhão (MA), oeste da Bahia (BA) e oeste do Piauí (PI) haverá um cenário mais úmido, com favorecimento de chuvas principalmente na primeira metade da semana, em parte por atuação da ZCAS. Nestas áreas os índices pluviométricos devem ficar entre 50 mm e 100 mm (sudoeste da Bahia) em 7 dias. Também são esperados índices de umidade relativa do ar elevada nas regiões chuvosas, enquanto no interior do NE ficarão relativamente mais baixos, em torno dos 30-40%, principalmente no Sertão, e decaindo para 20-30% no fim da semana. Na faixa litorânea a umidade deve ficar em torno dos 50%, no período do dia onde a umidade atinge seus valores mínimos no ciclo diurno.
Na Região Centro-Oeste, espera-se chuvas volumosas principalmente no norte do MT, GO, e DF podendo superar os 200 mm em 7 dias entre GO e MT, e pontualmente em áreas do MT. A maior parte do território do Centro-Oeste, com exceção do MS, tenderá a um acumulado de chuvas em torno de 100 mm em 7 dias. Nas demais áreas da região, principalmente no MS, praticamente não chove, e assim, os volumes esperados ficam abaixo dos 20 mm durante a semana (Figura 1). Destaca-se, também, a previsão de umidade relativa mínima em torno de 30%-40% no MS e extremo sul do MT (Figura 2) e umidade mínima acima de 60% nas demais áreas.
Para a Região Sudeste, a previsão indica um cenário bastante chuvoso para MG e ES, devido a atuação da ZCAS. Inicialmente, na segunda-feira (19), a área de chuvas intensas deve ir do litoral de SP, passando pelo RJ, ES e parte central e noroeste de MG. A partir da terça-feira (20) a chuva se concentra entre o norte e nordeste de MG e o ES, e no dia 23 deve retornar a áreas do RJ e sul de MG. Diante disso, espera-se tempo mais firme com menores índices de umidade relativa mínima do ar, de 45%, somente em SP, a partir da terça-feira (20).
Para a Região Sul, a previsão é uma semana de tempo mais seco e firme, devido a atuação de um anticiclone pós-frontal com a sua correspondente massa de ar frio. Algumas chuvas fracas e isoladas devem atingir o litoral e interior de SC, sem volumes expressivos, principalmente a partir da quinta-feira (22). Os valores mínimos de umidade relativa do ar, abaixo dos 35% (Figura 2) devem predominar em todas as áreas, à exceção do litoral.
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Brasília, Quarta, 21 de Janeiro, de 2026
Instituição: Instituto Nacional de Meteorologia/INMET
Aviso de: Chuvas Intensas
Nível de Severidade: Perigo
Início: 23/01/2026 00:01
Fim: 24/01/2026 23:59
Status: Emitido
INMET publica aviso iniciando em: 23/01/2026 00:01. Chuva entre 30 e 60 mm/h ou 50 e 100 mm/dia, ventos intensos (60-100 km/h). Risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e de descargas elétricas.
Estados atingidos: Goiás, Minas Gerais, Tocantins, Acre, Mato Grosso, Espírito Santo, Rondônia, Pará, Maranhão, Bahia, Rio de Janeiro, Amazonas, São Paulo, Piauí, Distrito Federal
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Brasília, Quarta, 21 de Janeiro, de 2026
Instituição: Instituto Nacional de Meteorologia/INMET
Aviso de: Tempestade
Nível de Severidade: Perigo Potencial
Início: 21/01/2026 13:00
Fim: 21/01/2026 20:00
Status: Emitido
INMET publica aviso iniciando em: 21/01/2026 13:00. Chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, ventos intensos (40-60 km/h), e queda de granizo. Baixo risco de corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de galhos de árvores e de alagamentos.
Estados atingidos: Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná
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Brasília, Terça, 20 de Janeiro, de 2026
Instituição: Instituto Nacional de Meteorologia/INMET
Aviso de: Chuvas Intensas
Nível de Severidade: Perigo
Início: 23/01/2026 00:01
Fim: 24/01/2026 23:59
Status: Emitido
INMET publica aviso iniciando em: 23/01/2026 00:01. Chuva entre 30 e 60 mm/h ou 50 e 100 mm/dia, ventos intensos (60-100 km/h). Risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e de descargas elétricas.
Estados atingidos: Goiás, Minas Gerais, Acre, Mato Grosso, Espírito Santo, Rondônia, Rio de Janeiro, Amazonas, Distrito Federal
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Brasília, Terça, 20 de Janeiro, de 2026
Instituição: Instituto Nacional de Meteorologia/INMET
Aviso de: Acumulado de Chuva
Nível de Severidade: Grande Perigo
Início: 20/01/2026 00:01
Fim: 21/01/2026 23:59
Status: Atualizado
INMET publica aviso iniciando em: 20/01/2026 00:01. Chuva superior a 60 mm/h ou acima de 100 mm/dia. Grande risco de grandes alagamentos e transbordamentos de rios, grandes deslizamentos de encostas, em cidades com tais áreas de risco.
Estados atingidos: Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro
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Brasília, Terça, 20 de Janeiro, de 2026
Instituição: Instituto Nacional de Meteorologia/INMET
Aviso de: Acumulado de Chuva
Nível de Severidade: Grande Perigo
Início: 19/01/2026 16:00
Fim: 21/01/2026 23:59
Status: Atualizado
INMET publica aviso iniciando em: 19/01/2026 16:00. Chuva superior a 60 mm/h ou acima de 100 mm/dia. Grande risco de grandes alagamentos e transbordamentos de rios, grandes deslizamentos de encostas, em cidades com tais áreas de risco.
Estados atingidos: Goiás
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Brasília, Terça, 20 de Janeiro, de 2026
Instituição: Instituto Nacional de Meteorologia/INMET
Aviso de: Chuvas Intensas
Nível de Severidade: Perigo
Início: 20/01/2026 08:40
Fim: 21/01/2026 23:59
Status: Emitido
INMET publica aviso iniciando em: 20/01/2026 08:40. Chuva entre 30 e 60 mm/h ou 50 e 100 mm/dia, ventos intensos (60-100 km/h). Risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e de descargas elétricas.
Estados atingidos: Goiás, Minas Gerais, Tocantins, Mato Grosso, Acre, Espírito Santo, Rondônia, Pará, Maranhão, Bahia, Piauí, Amazonas, Rio de Janeiro, Distrito Federal
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Brasília, Terça, 20 de Janeiro, de 2026
Instituição: Instituto Nacional de Meteorologia/INMET
Aviso de: Chuvas Intensas
Nível de Severidade: Perigo Potencial
Início: 20/01/2026 08:35
Fim: 25/01/2026 23:59
Status: Emitido
INMET publica aviso iniciando em: 20/01/2026 08:35. Chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, ventos intensos (40-60 km/h). Baixo risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e de descargas elétricas.
Estados atingidos: Goiás, Minas Gerais, Bahia, Tocantins, Piauí, Mato Grosso, Acre, Espírito Santo, Pernambuco, Pará, Ceará, Mato Grosso do Sul, Rondônia, São Paulo, Maranhão, Amazonas, Rio de Janeiro, Distrito Federal
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Brasília, Terça, 20 de Janeiro, de 2026
Instituição: Instituto Nacional de Meteorologia/INMET
Aviso de: Chuvas Intensas
Nível de Severidade: Perigo Potencial
Início: 20/01/2026 08:30
Fim: 21/01/2026 23:59
Status: Emitido
INMET publica aviso iniciando em: 20/01/2026 08:30. Chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, ventos intensos (40-60 km/h). Baixo risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e de descargas elétricas.
Estados atingidos: Ceará, Rio Grande do Norte, Maranhão, Piauí
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O SABER DEBATE |
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EM DEBATE |
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TEMA: A |
| DESCRIÇÃO: A |
| DATA: A |
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PONTO FOCAL |
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O Brasil sob risco existencial |
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OPINIÃO PÚBLICA |
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EUA ATACA A VENEZUELA |
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INTERVENÇÃO NA VENEZUELA |
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ESTADOS UNIDOS |
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O que tá por tras da invasão americana na venezuela? |
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Intervenção milita: Uma invasão a soberania venezuelana? |
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Advertência México, da Colômbia e de Cuba |
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A |
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A |
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COPEP |
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CAMPANHAS SOCIAIS |
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O SABER MIX |
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JORNAL O. EXPRESSO |
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PONTO DE VISTA |
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Terremoto Atinge o Peru |
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Combate ao Tabagismo |
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Engasgo |
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Refugiados Climáticos |
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A Guerra na visão Russa |
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COLUNISTAS |
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ESPAÇO DO LEITOR |
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PRÊMIO PORTAL |
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REVISTA PÓRTICO |
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NIMENT |
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Desigualdade Social |
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Grupo de Dança |
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Comercial do Ano |
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Terras Raras |
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Jogo da Forca |
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